Monólogo de Luís Mármora é inspirado no romance “O Anão” de Pär Lagerkvist e conta com a direção de Juliana Jardim e Georgette Fadel.

A busca pelo poder e o lado mais mesquinho e sórdido do ser humano são motes de do espetáculo que reestreia na Sala Experimental Plínio Marcos do TUSP onde segue em cartaz até 24 de fevereiro.

Ainda que ambientada em época indefinida, leitor e espectador podem deduzir que o texto se passa numa possível Renascença, por desdobradas sugestões de relações entre arte e guerra, por exemplo. A trama apresenta um anão inescrupuloso e manipulador que aparece indissociável de seu Printz, quase como um prolongamento seu.

O anão Meia-Meia conta, com humor mordaz, detalhes do que acontece nos subterrâneos do Palatz, seu amor pela guerra e como, atrelado completamente a seu Printz, conduz à desolação a família real, seus aliados e toda a gentalha do reino.

Ficha Técnica

Idealização e Atuação: Luís Mármora.

Dramaturgia: Vadim Nikitin, Luís Mármora e Georgette Fadel.

Direção Georgette: Fadel e Juliana Jardim.

Serviço

Local: TUSP – Sala Experimental Plínio Marcos – Rua Maria Antônia, 294, Consolação – São Paulo.

Temporada: 18/1 a 24/2. Sexta e sábado, 19h. Domingo, 18h.

Ingressos: R$30,00 (inteira). R$15,00 (meia-entrada). R$ 20,00 (promocional exclusivo através do site http://bit.ly/meiameiaonline).

Classificação: 14 anos.

Informações: (11) 3123-5222.

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