[COLUNAS] Soneto ao filho amado

[COLUNAS] Soneto ao filho amado

Soneto ao filho amado 

Nasceste no ímpeto da glória
no império sagrado dos sonhos
és luz no crepúsculo da trajetória
onde habitam vassalos tristonhos.

És Alquimia dum futuro amor
vagando na razão inconfessa
amo-te ameno em teu louvor
amo-te desde da infinita espera.

Habitavas meu íntimo variante
Entre engenharias sentimentais
e projetos de falácias racionais.

Chegaste numa aurora gritante
Do meu ventre imaginário e voraz
nasceste, nos olhamos! Amor! Paz!

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