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Série “Ideias” promove debates on-line em 9 e 11 de novembro

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A série “Ideias”, promovida pelo Sesc São Paulo por intermédio de seu Centro de Pesquisa e Formação (CPF), traz a transmissão ao vivo de debates sobre as principais questões que tensionam a agenda sociocultural e educativa atual. Sempre às 16h, as conferências acontecem pelo canal do YouTube do Sesc São Paulo, com participação do público e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). 

Nos dias 9 e 11 de novembro, a série traz os debates “(Re)Existência do povo negro: Quando o canto é cura, na terça e “Manguebeat 30 anos – Invenção e Acaso”.

 A musicalidade é um elemento de fundamento na cultura afro, ela marca conexões ancestrais e tempos de trabalhos coletivos, transmite conhecimentos entre gerações, embala movimentos de resistência e como reza, o canto cura. Esta atividade faz parte da ação “Do 13 ao 20 – (Re) Existência do povo negro” do Sesc São Paulo, que faz alusão aos marcos 13 de maio e ao 20 de novembro, e objetiva o fortalecimento e o reconhecimento das lutas, conquistas, manifestações e realidades do povo negro, bem como o fomento à equidade, convivência, e reconstrução simbólica no campo individual e coletivo. 

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A ação conta com Fabiana Cozza e Rappin’ Hood. Fabiana é cantora, poeta, escritora e pesquisadora brasileira. Formada em Comunicação Social e Mestra em Fonoaudiologia, atua também como professora de voz em oficinas “Corpo da Voz” e “Canto é Reza”, trabalhos desenvolvidos no Brasil e no exterior. Rappin’ Hood, nome artístico Antônio Luiz Júnior, é um rapper, compositor, produtor, apresentador e ativista brasileiro. Em sua musicalidade une o rap com o samba, duas vertentes musicais que representam a voz das periferias.

 Em 1991, a cidade de Recife viu nascer uma nova cena cultural, dando origem ao movimento que ficou conhecido como Manguebeat. A princípio chamada de cena Mangue, o levante artístico envolvia não só música, mas também cinema, moda, artes plásticas. Com o álbum “Da Lama ao Caos”, de Chico Science & Nação Zumbi, o movimento ganhou projeção nacional e internacional.

Passados 30 anos, o encontro “Manguebeat 30 anos – Invenção e Acaso” revisita a construção do movimento sob a ótica da invenção e do acaso. O contexto cultural da época, as interseções entre diferentes expressões artísticas, a fusão de gêneros musicais, a identidade estética, o uso da tecnologia, a tradição renovada. Aborda também o legado deixado pelo Manguebeat, que ainda hoje reverbera pelo país. 

A ação conta com Lorena Calabria, jornalista e autora do livro “Chico Science & Nação Zumbi – Da lama ao caos” e com DJ Dolores. DJ Dolores, exerceu diversas atividades criativas nos últimos 30 anos, de designer na cena manguebeat a roteirista de séries e documentários, criador de trilhas sonoras e músico autoral. Conta também com Hilton Lacerda, roteirista e diretor de cinema e TV e  Flavia Prando, doutora em música (ECA-USP) e pesquisadora em Ciências Sociais e Humanas no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP. 

Serviço

Transmissão on-line.

Datas: 9 e 11/11. Terça e quinta, 16h.

YouTube: Canal Sesc São Paulo

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