Existe um outra disputa no ar. A disputa da imagem. E se engana que imagem é só aquilo que se vê…

As imagens chegam onde a palavra escrita não chega/resistiu. Ela nos mostra, da forma como mostra, aquilo que não importa qual combinação das letras alfabéticas sejam feitas.

Com elas, também há muitas vezes o despertar de sentimentos que a gente nem sabia que existiam e que, agora, teremos que passar a lidar.

(Crédito: Divulgação/ #desenhospelademocracia)

Elas nos contam histórias, mas não só, elas vão além. Elas, vistas com calma, nos propõe para além do que o preto no branco. As vezes se você trocar alguns nomes você se identifica e queima junto.

(Crédito: Reprodução/ Sidney Amaral)

A imagem ela é circular, vem e volta. Quais delas a gente ainda não aprendeu que não queremos mais ver? Será que é falta de olhar?

(Crédito: Reprodução/ Arthur Barrio – Situação T-T, 1 – 1970)
(Créditos: Reprodução / Greenpeace)

O que aguardam e o que aguardamos em nossa retina? Será que não usamos, então, desse ponto cego?

(Crédito: Reprodução/ Zanele Muholi – Zonk’zizwe, Green Market Square, Cape Town)

(Crédito: Reprodução/ Zanele Muholi – Bhekisisa, Sakoui Beach (Mayotte), 2016)
  Não nos esquecemos das imagens que queremos ter

(Crédito: Reprodução: Linoca Souza)

(Crédito: Reprodução/ Rogério Vieira)

(Crédito: Divulgação/ Laila Siqueira)
(Crédito: Reprodução)

                            

 

 

 

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