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Plataforma Brasil – Mostra Digital de Artes Cênicas apresenta programação entre 1 e 5 de dezembro

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A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo apresenta a Plataforma Brasil – Mostra Digital de Artes Cênicas, com programação especial de espetáculos e performances nacionais, que acontece entre 1 e 5 de dezembro, pelo site MIT+ braço digital da Mostra.

Nesse período, 18 montagens de 14 artistas e grupos de vários estados brasileiros poderão ser vistos por programadores nacionais e internacionais. O evento é aberto ao público e gratuito. A MITsp também anuncia a 8ª edição da MITsp, programada para a primeira quinzena de junho de 2022.

A MITsp, por meio da MITbr – Plataforma Brasil, vem conversando e fechando acordos com eventos de artes cênicas. São parceiros os festivais de Edimburgo; o Proximamente da KVS, em Bruxelas, o Lift, em Londres e o Festival de Santarcangelo, na cidade italiana de mesmo nome.

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As ações que visam a internacionalização já apontam resultados concretos: artistas e grupos brasileiros conseguiram se inserir no trânsito de colaborações e apresentações.

Entre as produções que se apresentam pela primeira vez na Mostra, as quatro performances de Marise Maués, “Loess”, “Nóstos”, “Kali”, “Paisagem Derruída”, investigam questões do território paraense, com um olhar para a existência feminina. Do Piauí, “Serenatas Dançadas”, de Soraya Portela, o universo feminino é apresentado por quatro mulheres mais velhas, que expõem memórias e desejos.

Também do Piauí, a Original Bomber Crew, com sua pesquisa e cultura do hip hop, apresenta “Vapor”, uma gíria de vários significados nos becos de Teresina. “Glitch”, da pernambucana Flavia Pinheiro, trabalha com coreografias diversas e trata da questão de gênero para corpos fluídos.

Na coreografia “Delirar o Racial”, os cariocas Wallace Ferreira e Davi Pontes propõem pensar a ética fora do tempo para vidas negras. Já “Desfazenda – Me enterrem fora desse lugar”, do Coletivo o Bonde, de São Paulo, concentra sua ação na história dos personagens 12, 13, 23 e 40, pessoas pretas que quando crianças foram salvas da guerra por um padre branco, e vivem numa fazenda, cuidando das tarefas diárias, supervisionadas por Zero.

Eduardo Fukushima, de São Paulo, apresenta o premiado solo “Homem Torto”, feita inicialmente em Veneza, agora gravado na Oficina Oswald de Andrade, o trabalho faz oposição à grandiosidade e às linhas retas dos locais onde foi apresentado. “In-verter à Deriva”, da paulista Les Commediens Tropicales, mistura ficção e documentário, em um experimento cênico audiovisual, que traz imagens do grupo em suas intervenções urbanas com dança, performance e teatro.

Outra peça híbrida entre teatro e cinema, “A Árvore”, da dramaturga mineira Silvia Gomez, traz a atriz Alessandra Negrini em um monólogo que bebe no fantástico e no absurdo para falar da relação de amor e ruína com o meio ambiente em que vivemos.

Serviço

Disponível on-line.

Datas: 1 a 5/12.

Link de acesso: www.mitmais.org.

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