Petra Belas Artes à La Carte disponibiliza 17 filmes do cinema russo

Inaugurado há menos de um ano, o Petra Belas Artes À La Carte é um streaming que reúne cults e clássicos do Cinema de todas as décadas, desde os anos 1910. Ou seja, no À La Carte você encontra mais de 100 anos de Cinema, com filmes de todos os cantos do mundo. Entre tantas nacionalidades, o cinema russo ganha destaque com 17 títulos disponíveis até o momento, um número alcançado com o recém-chegado “O Encouraçado Potemkin”, o representante mais antigo dentre os demais.

Um dos mais antigos e importantes da História, o Cinema da Rússia teve sua primeira captação de imagens em movimento datada de 1896, o registro da coroação do Czar Nicolau II. Do período da União Soviética (1922-1991), o À La Carte tem 14 títulos, incluindo vários produzidos na fase da Perestroika, durante o governo de Mikhail Gorbachev, até a fase atual.

Confira a seleção russa do À La Carte

“O Encouraçado Potemkin” (1925), de Serguei Eisenstein, filme que revolucionou a montagem cinematográfica, e “Aleksandr Nevsky” (1938), a saga épica do príncipe russo Alexander Nevsky, famoso por vencer os cavaleiros Teutônicos, também dirigido por Eisenstein; “Quando Voam as Cegonhas” (1957), de Mikhail Kalatozov, único filme russo a ganhar a Palma de Ouro do Festival de Cannes, um dos favoritos de Francis Ford Coppola e Martin Scorsese; “A Balada do Soldado” (1959), Grigoriy Chukhray, filme indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes 1960 e indicado ao Oscar 1961 de Melhor Roteiro Original; “A Infância de Ivan” (1962), primeiro longa-metragem realizado por Andrei Tarkovsky, vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, “Andrei Rublev” (1966), também de Tarkovsky, filme apresentado no Festival de Cannes 1969, “Solaris” (1972), ficção científica existencialista de Tarkovsky, “O Espelho” (1975), obra com referências autobiográficas de Tarkovsky, e “Stalker” (1979), filme que deu a Tarkovsky o prêmio especial do Júri no Festival de Cannes; “Fascismo Sem Máscara” (1965), de Mikhail Romm, considerado o mais profundo, criativo e impactante documentário realizado sobre o tema; “Dersu Uzala” (1975), de Akira Kurosawa, vencedor do Oscar 1976 de Melhor Filme Estrangeiro para a Rússia, obra de encomenda de um embaixador russo ao diretor japonês Kurosawa; “Vá e Veja” (1985), do premiado diretor Elem Klimov; “Boris Godunov” (1986), de Sergey Bondarchuk, filme baseado na obra de Alexandre Pushkin (1799–1837), o maior poeta russo na época romântica; “Cidade Zero” (1988), de Karen Shakhnazarov, filme selecionado para representar a União Soviética no Oscar 1990 de Melhor Filme Estrangeiro, e “Anna Karenina: A História de Vronsky” (2017), também de Shakhnazarov; “O Sol Enganador” (1994), de Nikita Mikhalkov, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1995 e vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes, e “O Barbeiro da Sibéria” (1998), outro grande filme de Mikhalkov, filme escolhido para representar a Rússia no Oscar 1999 de Melhor Filme Estrangeiro.

Serviço

Assinatura Mensal: R$ 9,90. Assinatura Anual: R$ 108,90.

Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br 

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