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Marcelo Quintanilha lança álbum com participação de Daniela Mercury e Mônica Salmaso

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Em seu novo trabalho, “EruDito”, o cantor e compositor Marcelo Quintanilha compôs onze letras para melodias de dez compositores clássicos (Bach, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Schubert, Schumann, Chopin, Brahms, Tchaikovsky e Claude Debussy).

Com direção artística de Luca Raele e Camilo Carrara, quatro singles fá foram lançados: “Nem País Nem Paz”, a partir do Poco Allegretto da Terceira Sinfonia de Brahms, com participação de Padre Fábio de Melo; “Três Sinais”, a partir do Improviso Op. 90 n˚3, de Schubert, com Mônica Salmaso; “Bem Me Quer”, a partir da Abertura Romeu & Julieta, de Tchaikovsky, com participação de Virginia Rodrigues; e  “Carnaval de Viena”, a partir do Intermezzo do Carnaval de Viena Op. 26, de Schumann, com Daniela Mercury.  Agora, o álbum completo chega às plataformas digitais por meio do selo Yb Music.

Como o próprio nome do projeto indica, “EruDito” tem como conceito o “clássico versado” e reúne algumas melodias eruditas que já fazem parte da nossa memória afetiva e do nosso consciente coletivo – e outras não tão conhecidas, mas extremamente bonitas. As músicas têm como base um quarteto formado por Marcelo Quintanilha (voz e violões); Camilo Carrara (violões, bandolim e guitarra), Luca Raele (piano e clarinete) e Danilo Vianna (baixo acústico), além da participação de Peu Del Rey e Danilo Moura (percussão) e Edmilson Capelupi (violão 7 cordas) em duas faixas.

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Toda a pesquisa, escolha de repertório, conceito musical e arranjos foram feitos a seis mãos, por Luca, Camilo e Quintanilha. Entre as peças clássicas escolhidas estão composições de Johann Sebastian Bach (1685-1750), Claude Debussy (1862-1918), Antonio Vivaldi (1678-1741), Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), Ludwig van Beethoven (1770-1827), Franz Schubert (1797-1828), Frédéric Chopin (1810-1849), Johannes Brahms (1833-1897) e Piotr Ilitch Tchaikovski (1840-1893).

E para criar essa mistura entre o popular e o erudito, as canções ganharam versões bem brasileiras, passando pela bossa-nova, moda de viola, marcha-rancho, samba-choro e congado. Com versos inteligentes, sensíveis e atuais, as letras foram compostas com todo rigor e respeito às melodias originais, e tratam de temas variados, do social (como a questão dos refugiados), ao romântico e lírico.

Outro cuidado importante tomado por Quintanilha foi respeitar os temas evocados pelas próprias peças eruditas para criar as letras. Por exemplo, a faixa “Noturno”, a partir do Noturno Op. 9 n˚2 de Chopin, fala sobre a noite, os astros e o universo.

Serviço

Disponível nas principais plataformas digitais.

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