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Léa Garcia e Emiliano Queiroz celebram 70 anos de trajetória artística com o espetáculo “A Vida não é Justa”, no Sesc Tijuca

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Mais de dezoito mil audiências e uma sentença: “A vida não é justa”. Foi assim que surgiu a inspiração para o título do livro de Andréa Pachá, lançado em 2012. Dez anos depois, em projeto idealizado pelo produtor Eduardo Barata, a publicação ganha dramaturgia de Delson Antunes e direção de Tonico Pereira. Sucesso de público, a primeira temporada do espetáculo ocorreu no SESC Copacabana durante o mês de abril. A peça agora volta aos palcos, dessa vez no SESC Tijuca. A estreia acontece no dia 12 de maio, e fica em cartaz, em curtíssima temporada, até o dia 29, com sessões de quinta a sábado às 20h30 e domingo às 19h30.

O elenco, além de Léa e Emiliano, é formado por Duda Barata, Lorena da Silva, Marta Paret, Bruno Quixotte e Rafael Sardão. “Me senti muito prestigiado com o convite do Barata. É um enorme prazer trabalhar com atores do gabarito do Emiliano e da dona Léa, eles sabem mais do que eu! Basta segui-los que eu sei que dará tudo certo, tamanha sensibilidade e experiência. Nos ensaios às vezes fico de espectador e feliz de usufruir dessa experiência”, revela o diretor.

Em 2016, o livro composto por 35 contos foi adaptado para a televisão e apresentado em um quadro no Fantástico, com Glória Pires interpretando a juíza. Para a versão teatral foram escolhidas 8 histórias, além do prólogo.

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Completando 70 anos de carreira, Léa Garcia, Dama do Teatro e da história da dramaturgia brasileira, coleciona mais de 80 trabalhos no cinema, televisão e teatro. O longa de produção francesa “Orfeu Negro” (1959), vencedor da categoria de melhor filme estrangeiro, contou com músicas inéditas de Tom Jobim. Léa também participou do espetáculo que deu origem ao filme, “Orfeu da Conceição” (1956), de Vinícius de Moraes, que estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro com cenário de Oscar Niemeyer.

Emiliano Queiroz começou aos 14 anos, no rádio. Aos 17 pegou carona num caminhão e foi do Ceará para São Paulo, onde chegou a fazer pequenos papéis em peças como O Pagador de Promessas, de Dias Gomes, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Lenda da era do rádio e veterano do teatro, da TV e do cinema, o ator completa 70 anos desde sua estreia nos palcos, e conta com mais de 120 personagens interpretados.

Ficha Técnica

Texto original: Andréa Pachá. Dramaturgia: Delson Antunes. Direção: Tonico Pereira. Idealização: Eduardo Barata. Cenário: Paulo Denizot e Janaina Wendling. Figurinos: Fernanda Fabrizzi. Iluminação: Paulo Denizot. Trilha Sonora: Máximo Cutrin. Produção e Assessoria de imprensa: Barata Produções. Elenco: Léa Garcia, Emiliano Queiroz, Duda Barata, Lorena da Silva, Marta Paret, Bruno Quixotte e Rafael Sardão. Stand-in: Lui Nacif.

Serviço

Local: SESC Tijuca – R. Barão de Mesquita, 539 – Tijuca – Rio de Janeiro.  

Temporada: 12 a 29/5. Quinta a sábado, 20h30. Domingo, 19h30.

Classificação: 14 anos.  

Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia-entrada) e R$ 7,50 (comerciários).

Informações: (21) 4020-2101.

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