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Encontro on-line “1922: modernismos em debate” acontece em 26 de julho

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Como analisar o modernismo brasileiro de forma mais ampla, sem reduzi-lo à região Sudeste? Quais são as particularidades do movimento em outras regiões do país? Essas questões nortearão o quinto encontro online do ciclo “1922: modernismos em debate”, realizado na segunda, 26 de julho, das 18h às 21h15.

Organizado pelo Instituto Moreira Salles, pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e pela Pinacoteca de São Paulo, o ciclo tem promovido debates mensais, que seguem até dezembro, sobre o legado da Semana de Arte Moderna de 1922. Todas as atividades são transmitidas ao vivo pelos canais de YouTube e Facebook das três instituições.

Intitulado “Outras centralidades”, o encontro do dia 26 de julho inclui duas mesas com pesquisadoras e pesquisadores que proporão novos olhares para o modernismo, para além da Semana de 1922 em São Paulo. O evento inicia às 18h, com a fala de Marcelo Campos, curador e professor associado do Instituto de Artes da Uerj. Ele discutirá as tensões em torno do conceito de “brasilidade”, criado a partir de manifestações culturais nordestinas.

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Em seguida, às 18h30, o artista e curador Divino Sobral abordará o surgimento da linguagem modernista em Goiás a partir de marcadores históricos da região, como a inauguração de Goiânia, em 1942. O pesquisador analisará a formação da arte moderna goiana a partir do cruzamento da estética modernista formulada na nova capital de Goiás com o imaginário regionalista herdado da vida rural e interiorana. Em seguida, haverá um debate mediado por Fernanda Pitta, curadora da Pinacoteca.

A segunda mesa começa às 19h45, com a palestra de Paula Ramos, professora associada do Instituto de Artes da UFRGS, sobre as manifestações de vanguarda no Rio Grande do Sul. A pesquisadora falará sobre a cultura gráfica e editorial no contexto do modernismo gaúcho e o protagonismo da antiga Livraria do Globo na região.

Às 20h15, Gênese Andrade, professora da Fundação Armando Álvares Penteado, vai comparar as vanguardas artísticas no Brasil e na Argentina na década de 1920. As atuações de Menotti Del Picchia e Mário de Andrade e a circulação de periódicos entre os dois países a partir de 1924 serão assuntos de sua fala. Às 20h45, o ciclo encerra com um debate mediado por Edson Leite, professor titular do MAC USP.

Foto: Denilson Baniwa.

Serviço

Transmissão on-line.

Data: 26/7. Segunda, 18h às 21h15.

Facebook: Instituto Moreira Salles.

YouTube: Canal Instituto Moreira Salles.

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