[Cinema] Mostra de Filmes do Mundo Árabe Contemporâneo acontece a partir de 6 abril no Instituto Tomie Ohtake

[Cinema] Mostra de Filmes do Mundo Árabe Contemporâneo acontece a partir de 6 abril no Instituto Tomie Ohtake

Como parte da exposição “Taswir – A fotografia árabe contemporânea” a mostra de filmes traz produções de diferentes nacionalidades buscando retratar a realidade política, social e cultural dos países que integram o mundo árabe.

A seleção não se restringe a produções que abordam as questões políticas e religiosas que perpassam os conflitos locais, mas busca no cotidiano de seus personagens realizar uma imersão nessas culturas tão plurais.

 

Confira a programação:

 

Assim que abro os olhos. (Dir.: Leyla Bouzid. TUN, 2014, 102’. 16 anos). Farah, uma garota de 18 anos, se junta a uma banda de rock politizada e descobre o álcool, o amor e os protestos. Indo contra a vontade da mãe, que conhece os tabus do país, Farah mergulha cada vez mais nesse mundo, sem suspeitar do perigo de um regime político que a observa e se infiltra em sua privacidade.

Data: 6/4. Sábado, 19h.

 

Yema. (Dir.: Djamila Sahraoui. ARG, 2012, 90’. 16 anos). Depois de anos de ausência, Ouardia volta para o campo argelino para enterrar o filho. Ela suspeita que seu outro filho, Ali, dirigente de uma milícia islamita, o tenha matado.

Data: 6/4. Sábado, 21h.

 

Febre. (Dir.: Hicham Ayouch. MAR/FRA, 2013, 89’. Livre). Benjamin, 13 anos, está em guerra com a vida, os adultos e si mesmo. Com sua mãe presa, ele passa a viver com seu pai, que até então não conhecia. Este é um homem falido de mais de 40 anos que ainda vive com os pais nos subúrbios de Paris.

Data: 7/4. Domingo, 18h.

 

A Virgem, os Coptas e eu. (Dir.: Namir Abdel Messeeh. EGI, 2011, 91’. 14 anos). Namir viaja para o Egito, sua pátria, para fazer um filme sobre as aparições milagrosas da Virgem no seio da comunidade copta cristã. Rapidamente, a pesquisa lhe serve de pretexto para rever a família.

Data: 7/4. Domingo, 20h.

 

Queime o Mar.  (Dir.: Nathalie Nambot e Berchache Maki. FRA, 2014, 75’. Livre). Fragmentos de histórias da luta de jovens tunisianos após a queda da ditadura de Ben Ali. Um filme ensaio situado no limite da energia da revolução da antiga terra e a união a um mundo europeu dominado por relações capitalistas.

Data: 13/4. Sábado, 19h.

 

Minha doce Pepper Land. (Dir.: Hiner Saleem. IRA, 2013, 95’. Livre). Baran tenta ser um policial justo em um território sem lei que faz fronteira com o Irã, Iraque e Turquia. Govend é uma nova professora que desafia os costumes do lugar. Ambos terão que enfrentar um líder corrupto, autoritário e implacável.

Data: 13/4. Sábado, 21h.

 

Cinco Câmeras Quebradas. (Dir.: Emad Burnat e Guy Davidi. ISR, 2011, 94’. Livre). Palestino registra a resistência de seu vilarejo contra a construção de assentamentos israelenses.  O título refere-se ao fato de Burnat ter tido cinco de suas filmadoras destruídas durante os seis anos em que trabalhou no documentário.

Data: 14/4. Domingo, 18h. 

 

O Navalha de Tunis. (Dir.: Kaouther Ben Hania. TUN, 2013, 90’. 14 anos). Em Túnis, a capital da Tunísia, um homem desconhecido conhecido por Challat anda de moto e, com uma lâmina, fere as mulheres que julga estarem vestidas inadequadamente. O criminoso é uma lenda urbana, também conhecido como “o retalhador”.

Data: 14/4. Domingo, 20h. 

 

Serviço 

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima 201 – Complexo Aché Cultural – Pinheiros – São Paulo.

Ingressos: Grátis.

Informações: (11) 2245-1900.

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