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Ana Matheus Abbade e Flora Leite negociam palavras, sons e imagens no #NaVaranda

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Partindo da própria ideia de comunicação e de sua relação como interlocutoras, esta edição do #NaVaranda é um exercício experimental de Ana Matheus Abbade e Flora Leite, negociando palavras, sons e imagens. Procuram assim estabelecer uma paralaxe: como produzir um trabalho que está entre dois olhares, dois tempos, duas distâncias. A bateria de visualidades é constituída no momento específico do diálogo, a reciprocidade e o silêncio. Se por um lado parte da afinidade, simultaneamente sustenta a tensão da diferença entre esses mesmos olhares, modos de compreensão e de produção.

O #NaVaranda convida artistas, críticos, professores, educadores e articuladores de um pensamento contemporâneo para apresentar um panorama sobre a arte e a cultura na contemporaneidade. As publicações apresentam análises, resenhas, evocações, em formatos variado e acontecem toda terça, a partir das 10h, no perfil do Instagram e canal do YouTube da Casa de Cultura do Parque. 

Ana Matheus Abbade (1996, São Gonçalo, RJ) posiciona seu interesse nas dinâmicas entre elementos polares, interseccionando estados de presença que escapolem de contornos binários. Frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage no Rio de Janeiro. Desde 2016, atravessou as residências Temos Vagas (Ateliê397), Residência FAAP, Jardim Suspenso da Babilônia e Saracura. Dentre suas principais exposições estão Começo de Século, (Germano Dushá, Galeria Jaqueline Martins, 2019) e  Somos mais de mil (Marta Mestre, Parque Lage, 2016). Dentre as internacionais, se destacam  Corpo Aberto – Um arquivo de sentimentos (Léa Meier e Valentina D’Avenia, Emergency, Vevey, 2019) e Flying Fish (curadoria de Dereck Marouço e Felipe Molitor, apoidea Kunst, Berlim, 2017).

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Flora Leite (1988, São Paulo, SP) vive e trabalha em São Paulo. É artista e pesquisadora. Atualmente, faz mestrado em Poéticas Visuais no Departamento de Artes Visuais da Universidade de São Paulo. Sua produção é desde sempre atenta ao contexto no qual a arte contemporânea acontece – seja uma exposição, um programa público, um texto ou uma fala. Entre coletivas, individuais e outros projetos especiais, já participou de exposições em instituições como: Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Picadeiro Real (Museu de História Natural de Lisboa), Caixa Cultural (Rio de Janeiro) e Espacio de Arte Contemporáneo (Montevideo). Além disso, tem trabalhos nas coleções públicas do Centro Cultural São Paulo e do MARP.

Sobre A Casa de Cultura do Parque

Inaugurada em março de 2019, a Casa de Cultura do Parque oferece oportunidades de vivências criativas e plurais no campo das artes e do conhecimento. A programação presencial e digital abarca exposições de arte, oficinas e apresentações musicais, além de cursos no campo artístico. São ações diversas, que se complementam, e que fazem da Casa de Cultura Parque um espaço singular no contexto cultural da cidade de São Paulo.

Serviço

Transmissão online

Data: 24/11. Terça, 10h.

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