William Wagner mistura elementos pop à cultura japonesa

 

A Comic Con Experience, além de reunir aos maiores fãs da cultura geek para jogar e ficarem por dentro dos lançamentos, é uma feira que traz diversos cartunistas e artistas plásticos para exporem e venderem seus trabalhos.

Foi lá, na edição desse ano, que conhecemos Wagner William. Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, ele conta que desenha desde que lhe deram lápis e papel. A palavra que define seu trabalho é a animalidade, como ele mesmo define.

Suas obras expostas na CCXP não são telas, mas impressões em alta qualidade dos trabalhos originais. Com diversos livros publicados, entre catálogos de arte, tirinhas e ilustrações, ele confessa que gosta mesmo é da sujeira da tinta. "Meu trabalho digital é mais comercial, para retoques ou otimizar a produção. Gosto do gauche, da acrílica e do spray".

 

 

Na feira, Wagner apresenta suas obras ao lado de uma infinidade de outros desenhistas, mas não se intimida. “A vantagem de se trabalhar com essa arte é, que de certo modo, não há concorrência. Cada trabalho é muito pessoal e único”.

Seu trabalho abraça uma série de referências. Talvez a mais notável seja a influência da cultura japonesa. “Acredito que somos influenciados por tudo, positiva ou negativamente, por escolha ou negação. Somos diferenciados. A cultura japonesa e tudo o que é produzido de desenho por ela me influencia. Sou um grande admirador da arte do Japão”.

 

 

Ícones do Pop e do Rock'n Roll, personagens da política, literatura e televisão brasileira, animais, logomarcas e gueixas. Todos esses elementos se misturam na produção do artista. Ele, que procura uma verborragia visual, trabalha com elementos da cultura de massa, em composições esteticamente emocionais. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tags:

Comentários
Escola Entrópica no Instituto Tomie Ohtake Museu de Arte Moderna de São Paulo