Após crítica do MPF, MASP permite menores em exposição

Roberta Close, de Adir Sodré (Créditos: Reprodução / MASP)

 

Após a polêmica envolvendo o Queermuseu em Porto Alegre e a performance de Wagner Schwartz no MAM, o Museu de Arte de São Paulo inaugurou, no dia 20 de outubro, a exposição Histórias da Sexualidade, com cerca de 250 obras que resgatam a história da sexualidade na arte.

A exposição se insere em uma programação anual do museu totalmente dedicada ao tema, com individuais de  Teresinha Soares, Wanda Pimentel, Miguel Rio Branco, Henri de Toulouse-Lautrec, Tracey Moffatt, Pedro Correia de Araújo, Guerrilla Girls e Tunga. 

A classificação indicativa da exposição, por decisão do museu, foi de 18 anos, impossibilitando que menores de idade pudessem ter acesso mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis.

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Na última segunda-feira (6/11), o MPF emitiu uma nota criticando a atitude do museu, sugerindo a liberação da mostra para todas as idades. Declarou-se que foi enviado aos ministros da Cultura, Justiça e Direitos Humanos um parecer técnico sobre "liberdade artística e proteção de crianças e adolescentes" e que "no âmbito da artes, a nudez e sua representação fazem parte do registro de todas as civilizações, e que apresentações envolvendo a nudez do artista ocorrem com frequência em museus de arte contemporânea e moderna do mundo".

 

(Créditos: Ayrson Heráclito)

 

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 O MASP então utilizou suas redes sociais para declarar que os menores de idade podem, a partir de 7 de novembro, acessar a exposição desde que acompanhados por responsáveis. 

 

#históriasdasexualidade

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