Fotógrafo transforma corpos em esculturas no espelho

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

Hans Breder nasceu na Alemanha em 1935. Estudou arquitetura e pintura e em 1964 mudou-se para Nova York, onde se tornou assistente do escultor George Rickey.

Em 1967, Breder teve sua primeira exposição em Nova York: esculturas construtivistas na Galeria Richard Feigen. Pouco tempo depois, ele aceitou o emprego docente na Universidade de Iowa, onde fundou o Intermedia e Video Art Program - um dos programas mais influentes do período.

O desafio de Breder aos seus alunos e para si próprio foi sair da forma tradicional de ensinar arte combinando as disciplinas de pintura, escultura, instalação, performance, música, cinema, fotografia e vídeo.

Numa época em que os costumes sociais, políticos e artísticos do Ocidente estavam passando por uma transformação dramática, Breder era uma influente voz experimental.

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

Já em 1964, Breder documentou suas próprias intervenções artísticas colocando um espelho retangular em um leito de rio e fotografando o jogo entre os mundos real e ilusório. Esculturas subseqüentes colocaram formas metálicas altamente polidas sobre motivos em preto e branco, de modo que nenhum ponto de vista seria semelhante.

A partir de 1969 Breder voltou à fotografia com uma paixão singular e foco criando várias séries de obras que viria a ser coletivamente conhecido como Body/Sculptures (Corpo/Esculturas, em tradução literal), confira:

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

(Créditos: Reprodução / Hans Breder)

 

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