Eleição de Donald Trump mobiliza meio artístico americano

Aaron Johnson, "O enterro da Liberdade” (2016)

 

Artistas, jornalistas e críticos americanos mantém-se mobilizados mesmo depois a vitória do republicano Donald Trump no dia 9 de novembro. As propostas racistas e xenófobas do empresário causam preocupação nos setores mais progressistas dos Estados Unidos.

Em artigo de opinião no site Hyperallergic, a jornalista Carey Dune aponta que neste momento é necessário não se deixar convencer pelo argumento de que a dor e o choque com a eleição de Trump podem ser bons estímulos criativos.

Dune acredita que esse tipo de pensamento pode fazer vítimas de racismo e misoginia se tornarem mártires involuntários de trabalhos artísticos futuros. Ela defende que é preciso olhar para realidade de forma objetiva e identificar as possíveis perdas. A interrupção de investimentos em arte pública e falta de liberdade de expressão são dois deles. 

Artistas também mantém a oposição ao republicano, veja abaixo trabalhos anti-Trump.

 

William Powhida, “Study for Some Names for Drumpf” (2016).

 

Tela de Billy Adams (Créditos: Reprodução/ Instagram)

 

Trabalho do D*Face (Créditos: Reprodução/ Instagram)

 

Molly Crabapple (Créditos: Reprodução/ Instagram)
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