Descubra quais são os melhores passeios de Recife

(Créditos: Reprodução)

 

Recife, a capital de Pernambuco é sem dúvida uma das cidades mais lindas do Brasil. De lá vem também muita gente boa, como Marcos Nanini, Nelson Rodrigues, Lenine, Manuel Bandeira e Reginaldo Rossi.

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Se você der a sorte de viajar para lá, sabemos que vai querer visitar praias e restaurantes. No entanto, Recife não é só isso. Então, que tal aproveitar a cidade sem clichês, como um verdadeiro recifense?

O Beijo conversou com a fotógrafa  Juliana Rogge e o designer Marcelo Meneses, eles nos contaram o que há de melhor no cenário cultural da cidade de Kléber Mendonça Filho. Confira abaixo.

Juliana Rogge, fotógrafa

(Créditos: Lana Pinho)

 

Festa Odara ô desce

É uma festa que tem um público muito diversificado. Começa à tarde, toca mais música brasileira e é num lugar lindo em Recife. No Catamarã, um lugar maioritariamente aberto, ao lado do rio, e tem uma vibe hiper boa. É sempre lotado, mas o lugar é grande, então dá pra dançar bem sem ficar batendo na pessoa do lado. Acontece geralmente uma vez ao mês e tem sempre uma de Carnaval.

 

(Créditos: Divulgação/Fundação Joaquim Nabuco)

Cinema do Museu (Fundação Joaquim Nabuco)

Antigamente localizado no cinema da Fundação Joaquim Nabuco, ou FUNDAJ, o cinema do Museu é um cinema alternativo, que passa filmes fora do circuito de cinema comercial normal geralmente encontrado em shoppings. É um cinema de rua, dentro de um museu. Fica dentro do Museu do Homem do Nordeste, um museu no bairro de Casa Forte, na zona norte do Recife.

 

(Créditos: Reprodução/Eric Gomes)

Paço do Frevo

É um instituição dedicada ao frevo, ligeiramente nova. Localizado na Praça do Arsenal, é um museu que conta a história do frevo, e tem diversas fotos antigas, além de aulas de frevo, e estandartes antigos que fazem parte da decoração do museu, que à noite fica bem lindo e iluminado.

 

(Créditos: Reprodução)

Iraq

É uma festinha que a gente nunca sabe exatamente quando vai rolar, é um inferninho recifense, bem underground. Dentro de uma casa normal, funciona o Iraq, que não tem data certa. Sempre toca uns sons bons, é ao ar livre, mas o lugar pra dançar é interno, e o lado de fora é como se fosse o quintal da casa e as pessoas colocam mesinhas pra funcionar como um bar, também frequentado mais pelas pessoas de artes e comunicação.

 

(Créditos: Reprodução)

Festas Golarrolê

São um conjunto de festas: Odara Ôdesce, Putz!, Brega Naite, Neon Rocks, MALEDITA. Cada uma dessas é uma festa que acontece aqui, às vezes uma vez por mês, às vezes uma vez a cada dois meses, e são bem legais.

 

Marcelo Meneses, designer

(Créditos: Diário Pernambucano)

Recife Antigo

Compreende uma infinidade de bares e inferninhos undergrounds, Lá você pode aproveitar desde o tradicional maracatu recifense, até festas com o repertório brega bregoso mais cremoso.

(Créditos: Destemperados)

Barchef Gourmet

Lugar agradável na Zona Norte. Pub bem completo com várias cervejas artesanais e sempre rolam uns djs com um repertório mais puxado pro indie rock.

(Créditos: Reprodução)

Clube Bela vista

Domingo sim, domingo não, acontecem as Noites Cubanas. Com uma entrada de cinco reais, você aproveita um repertório de música latina variado, cerveja barata e tira gosto daora. Além disso, você pode fazer um workshop de dança com os tiozinhos da comunidade, que sempre estão dispostos a girar com você pelo salão.

 

Dois pontos obrigatórios para quem vai para Olinda são a Tropicasa e o Xinxim da Baiana

(Créditos: Reprodução)

Tropicasa

É uma festa de rua, que acontece em um bequinho cheio de gente pronta pra agitar até de manhã.

(Créditos: Reprodução)

Xim Xim

É ponto de encontro pra todo mundo que vai se trombar em Olinda. Ao redor você tem uma infinidade de festas, além de lanchonetes de comida vegana e bares variados.

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