Cineasta cria fotografia ponográfica, feminista e política

 

Moradora de Barcelona, Erika Lust  foi estudante de Ciências Políticas e ficou chocada com a objetificação das mulheres quando viu pela primeira vez um filme pornográfico. Em 2004, a sueca foi responsável pela produção de um curta, no qual colocou todas as suas idéias de como deveria ser um pornô feminista.

Com produções que respeitam a vontade e o corpo da mulher, obteve sucesso na indústria que nunca havia pensado em integrar. A cineasta fez das lentes um instrumento para combater a misoginia e o machismo, colocando o corpo feminino como instrumento e discurso pela igualdade entre gêneros.

Mais do que sexo, a também fotógrafa acredita na liberdade - do erotismo e do ativismo - e procura promover a realidade, sempre exageradamente fantasiada nos pornôs. Confira um pouco de seu trabalho:

 

 

 

 

 

 

 

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