Carrie Fisher está além de Hollywood

Carrie Fisher foi um dos ícones mais raros de Hollywood: alguém que irradiava a incrível presença na tela a cada momento. A atriz, escritora e comediante foi pioneira em todos os aspectos. 
 

(Créditos: Divulgação)

 

Símbolo duradouro do heroísmo feminino no cinema, Fisher também não tinha medo de discutir sua própria fragilidade e luta com o vício e a doença mental. Aos 19 anos, com o papel de Princesa Leia na franquia Star Wars, ela poderia ter sido engolida por inteira num personagem que tem resistido na imaginação do público como poucos.

 

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Mas Fisher, que morreu 27 de dezembro aos 60 anos, após complicações de uma parada cardíaca, era amada por muito mais. Além de seu memorável personagem, a atriz também possuia um incrível dom para o humor. 

 

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Nos últimos anos, ela havia ressuscitado Leia para uma nova série da franquia de Star Wars, sem perder o ritmo, enquanto se atirava para a sua turnê de divulgação junto de seu humor tipicamente ácido.

Fisher nasceu em uma família de artistas, ela é filha da estrela de Singin 'in the Rain Debbie Reynolds e o ícone da música pop Eddie Fisher, que se divorciaram quando ela tinha 2 anos. 

 

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Depois de uma performance de estréia na comédia satírica de Hal Ashby Shampoo, ela estava no elenco de Star Wars, após ter sido notada pela produtora de George Lucas. Fisher reprisou o icônico papel de Princesa Leia em O Império Contra-Ataca (1980)O Retorno do Jedi (1983) e anos depois em O Despertar da Força (2015).
 

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A relação de Fisher com seu papel mais famoso era complicada. Ela frequentemente escrevia sobre o surrealismo envolvido ao fazer filmes e as pressões que sempre era deposita em sua própria imagem, bem como o choque de ter chegado ao estrelato tão jovem. 

Ela zombou o biquíni de metal usado em O Retorno do Jedi, uma vez o chamando de  "o que supermodelos passariam a usar no sétimo anel do inferno". Mas ela entendeu o poder de Leia enquanto um ícone feminino, especialmente como uma heróina do sexo feminino em um ambiente dominamo pelo sexismo e machismo.
 

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Além de ter participado da trilogia de Star Wars, Fisher apareceu em filmes como de John Landis The Blues Brothers , de Rob Reiner When Harry Met Sally , e de Woody Allen Hannah e suas irmãs, mas lutou de forma privada com o vício de drogas e um breve casamento com o cantor Paul Simon . Em 1987, ela publicou seu primeiro romance Postcards from the Edge , um ensaio sobre seus problemas pessoais e sua relação complicada com a mãe; três anos depois, ela adaptou para as telas

 

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