Peça retrata as dores de escritora feminista durante a 2ª Guerra

  •  (Crédito: Victor Iemini)
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    Após ver seu marido ser levado para um campo de concentração durante a 2ª Guerra Mundial, a escritora francesa Marguerite Duras viveu dias e noites de intensas angústias. Inspirado em seu sentimento de incerteza, A Dor retrata a espera da autora por Robert Antelme, que ninguém sabia se conseguiria escapar do horror do Holocausto. 

    O espetáculo, em cartaz de 11 a 22 de janeiro no Teatro Pequeno Ato, se concentra no período no qual as verdades sobre as prisões ganharam luz. Com ingressos a R$ 30, a peça solo foi inspirada nos diários da intelectual feminista, interpretada por Rita Grillo.

    “Marguerite Duras é realmente uma mulher do século XX. Passou por guerras, resistência, machismo, é símbolo do feminismo e resistência. Mudou as tendências literárias e cinematográficas. Na peça, a obra ganha um deslocamento da literatura para o palco por meio de procedimentos que já foram utilizados por ícones da dança como Pina Bausch e Klauss Vianna. Também foram mescladas conexões autobiográficas da atriz. Todos esses elementos contribuem para uma construção cênica”, comenta a diretora, Vanessa Bruno.

    • Teatro Pequeno Ato - Rua Teodoro Baima, 78 - República, São Paulo
      (11) 99642-8350
      + Ver mapa
    • 11/01/2017 a 22/01/2017
    • Quarta a sábado: 20h30. Domingo: 19h.
    • R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
    • Classificação: 14 anos.
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