O simbólico brasileiro retratado no cinema e na SP-Arte

Cais do Corpo, de Virgínia de Medeiros (Créditos: Divulgação / Virgínia de Medeiros)

 

Em parceria, a Associação Cultural Videobrasil e a SP-Arte apresentam Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno, com abertura no dia 6 de abril, às 19h, no Galpão VB.

A mostra apresenta trabalhos de Caetano Dias, Claudia Andujar, Miguel Rio Branco, Gisela Motta e Leandro Lima, Rodrigo Bueno, Rodrigo Braga, Runo Lagomarsino e Virginia de Medeiros, como parte da programação da SP-Arte, que acontece entre 6 e 9 de abril no Pavilhão da Bienal.

 

Catrimani, de Claudia Andujar (Créditos: Divulgação / Claudia Andujar)

 

Tomando partido do que Pier Paolo Pasolini fez em seus filmes, como O Evangelho Segundo São Mateus, a exposição busca populações urbanas e povos indígenas que seguem sob ameaça, seja de projetos de reforma urbanística que não levam em conta a necessidade de inclusão social, seja por empreendimentos de infraestrutura que inviabilizam modos de vida tradicionais.

 

Nesse universo, obras de Caetano Dias, Miguel Rio Branco e Virgínia de Medeiros, por um lado; e de Claudia Andujar, Gisela Motta e Leandro Lima, Rodrigo Bueno, Rodrigo Braga e Runo Lagomarsino, por outro, aproximam-se na abordagem do transe – espiritual, emocional ou erótico –, do sexo e da morte, a partir de uma perspectiva crítica e heterodoxa.

Para Gabriel Bogossian, curador do evento, “o repertório simbólico, resultado do diálogo proposto por estes artistas e sua relação com práticas religiosas não ocidentais, acaba por configurar um lugar de resistência de modos e formas de vida que permanecem, insistindo em afirmar sua força e, sobretudo, sua diferença”.

 

Uma, de Caetano Dias (Créditos: Divulgação / Caetano Dias)

 

  • Galpão Videobrasil - Avenida Imperatriz Leopodina, 1150 - Vila Leopodina, São Paulo
    1136450516398
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  • 06/04/2017 a 17/06/2017
  • Terça a sábado: 12h às 18h.
  • Entrada gratuita.
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