Soneto ao filho amado

6 outubro 2017

Soneto ao filho amado 
 
Nasceste no ímpeto da glória
no império sagrado dos sonhos
és luz no crepúsculo da trajetória
onde habitam vassalos tristonhos.
 
És Alquimia dum futuro amor
vagando na razão inconfessa
amo-te ameno em teu louvor
amo-te desde da infinita espera.
 
Habitavas meu íntimo variante
Entre engenharias sentimentais
e projetos de falácias racionais.
 
Chegaste numa aurora gritante
Do meu ventre imaginário e voraz 
nasceste, nos olhamos! Amor! Paz!

 

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